sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Flamengo: Eduardo Bandeira de Mello e a Nebulosa venda de Paquetá

Pois é, foram dois mandatos como mandatário do maior clube do Brasil, o Flamengo, seis anos entre acertos administrativos acertados quando de sua eleição onde eram seus aliados Rodolpho Landim, Wallin Wasconcelos, BAP, entre outros, essa turma tinha como meta sanar o Flamengo administrativamente, equacionar dívidas e colocar o nome do clube onde sempre deveria estar.
O pensamento deste time na época era colocar Wallin como presidente e Bandeira como vice, infelizmente, o estatuto do clube não permitiu que Wallin pudesse concorrer, muito infelizmente, mesmo.
Dentro do âmbito administrativo, o mandatário seguia à risca o combinado, negociava e pagava fornecedores, fazendo com que o clube voltasse a ser bem visto pela imprensa, pelos fornecedores e pelos jogadores e seus empresário, o Flamengo se apertava, pagava pouco mas em dia, tudo para que pudesse em algum momento ter condições de fazer grandes investimentos, só que demos azar, por discordâncias com Bandeira de Mello, Walin, BAP e Landim se afastaram, na época deste afastamento tínhamos Flávio Godinho que acabou sendo preso, a partir daí, Eduardo começou a gerir um mundo que não conhecia e para o qual não possui nenhuma vocação, passou a acumular a presidência com a vice-presidência do futebol.
O setor que entre erros e acertos tinha pelo menos uma figura de autoridade, principalmente na época de Wallin, passou a ficar desorganizado, sem um homem de frente, sem respeito, o presidente/vice, cometia inúmeros erros, erros oriundos de sua personalidade e de sua falta de conhecimento, o time acumulou vexames, muitos aliados o aconselharam a escolher um novo vice, mas ele seguia agarrado firmemente ao propósito de se manter nas duas frentes, os desastres e vexames continuaram a se acumular.
Depois de muitos problemas, muito custo com problemas se acumulado ele finalmente cedeu...cedeu mesmo? 
O Mandatário nomeou um vice de futebol, Marcelo Lomba, que atualmente também é candidato da situação para o próximo pleito a ocorrer em dezembro deste ano, só que por mais que Lomba tente Bandeira vive a sabotar inclusive seu candidato, fazendo bobagens e mais bobagens na gestão do futebol, erros que com certeza, irão tirar votos de seu candidato.
A bobagem mais recente é a NEBULOSA, venda de Lucas Paquetá, a sensação é de dúvida, de incerteza, nenhuma explicação parece ser suficiente para explicar o porque de abrir mão de 15 milhões de euros, valor que compraria inclusive um jogador de muito bom nível para compor o elenco do Flamengo já como titular, difícil de responder também é porque vender para o Milan, por este valor se haviam outros interessados, incluindo aí o PSG e o Barcelona, ambos com alto poder aquisitivo, difícil de explicar porque um jogador que despertava tanto interesse, de tantas equipes europeias precisava ser vendido tão rápido, visto que o contrato só se encerra no fim de 2020 e este poderia ser vendido na próxima gestão por um valor ainda maior gerando maior arrecadação ao Flamengo, será que o presidente quis se vingar da torcida do clube da Gávea que não o elegeu para Deputado Federal? Será que o atual mandatário apenas quis sacanear o próximo presidente, vendendo por um preço menor que o da multa só para tirar essa possibilidade do seu sucessor? Algumas reportagens dizem que o meia foi vendido ao Milan porque ele chegará com maior cartaz, como possibilidade maior de ser titular, pergunto e daí, o que importa ao Flamengo isto na hora de uma venda? Será que no apagar das luzes o atual presidente apenas foi mais uma vez incompetente na área do futebol? Será que existe algo de podre nesta venda? Ainda bem que ele, Eduardo Bandeira de Melo, vai embora, e que não vote nunca mais, me sinto muito satisfeito de não ter votado nele e de a torcida do Flamengo não o ter elegido.

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